O Linux dispôe de inúmeras ferramentas que possibilitam verificação completa da "saúde" do sistema, diversos meios de se realizar um monitoramento decente.
A NixCraft publicou um excelente tutorial ensinando o uso de 20 dessas ferramentas. É imperdível :)
Este é um blog que estou criando como fosse um post-it, aqueles papeizinhos auto-grudentos que a gente usa pra lembrar das coisas; aqui, vou postando links que forem interessantes ou então dicas e sugestões que me sejam úteis. Quase como grudar um post-it no meu monitor ;)
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
SquirrelMail com tema do EuTôLoko
Tem quem goste, então vc precisa (um dia) acabar por deixar o SquirrellMail com a cara do EuTôLoko por causa dos animais (burros ao extremo) que não conseguem fazer nada se a "carinha " não for igualzinha aos programas do Tio Bill.
tem um pessoal (brasileiros) que estão desenvolvendo/disponibilizando o skin pra isso; acreditem ou não, é igualzinho (risos), menos nos defeitos. O link da sourceforge é bem claro :)
e no under-linux o pessoal escreveu um tutorial e outros postaram corrigindo alguns êrros.
bem, taí :) divirtam-se.
tem um pessoal (brasileiros) que estão desenvolvendo/disponibilizando o skin pra isso; acreditem ou não, é igualzinho (risos), menos nos defeitos. O link da sourceforge é bem claro :)
e no under-linux o pessoal escreveu um tutorial e outros postaram corrigindo alguns êrros.
bem, taí :) divirtam-se.
terça-feira, 13 de julho de 2010
greylist com PF
Artigo no BSD DevCenter mostrando como implementar uma greylist usando o PF do OpenBSD; naturalmente, como o PF também é nativo no FreeBSD, êste pode ser usado. Apresentação do artigo:
Greylisting--delaying mail delivery briefly per the SMTP RFCs--is an effective way to reduce the amount of incoming spam. While many greylisting solutions require customization of your SMTP server, OpenBSD's PF can do it too. Dan Langille shows how to use the powerful packet filter to identify and pass legitimate mail, delay and divert potential spammers, and throw in some OS fingerprinting to ward off certain zombie clients.
Parece bom, né ?
Greylisting--delaying mail delivery briefly per the SMTP RFCs--is an effective way to reduce the amount of incoming spam. While many greylisting solutions require customization of your SMTP server, OpenBSD's PF can do it too. Dan Langille shows how to use the powerful packet filter to identify and pass legitimate mail, delay and divert potential spammers, and throw in some OS fingerprinting to ward off certain zombie clients.
Parece bom, né ?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
mais anti-spam
Acho que êste é um assunto que nunca termina. O Spam é realmente um problema, então achei mais um link, desta vez de um wiki, o "Fairly Secure Anti Spam Wiki";
Baseado no OpenBSD, com tudo a que tem direito :) postfix, spamassassin, greylist, razor, dcc..
Baseado no OpenBSD, com tudo a que tem direito :) postfix, spamassassin, greylist, razor, dcc..
segunda-feira, 21 de junho de 2010
mais monitoramento
O Leandro Malaquias (fug-br), sabendo do nosso sofrimento com o nagios/zabix, sugeriu o jffnms, cuja página "home" está aqui; algo para se ver :)
Olha só o comentário do Leandro:
"Cara, o nagios e assim mesmo se nao der problemas nao e o nagios, mas se estiver interessado em mexer com um nms mas facil use o "JFFNMS" facil de instalar e de tempo real permitindo analisar o SLA com maior precisao."
mas existem ainda várias outras páginas a respeito de nagios, cacti e monitoramento:
Aqui, um tutorial de nosso colega Diego:
:==
Ola, boa tarde lista! Montei ( com ajuda do amigo Wendel) um pequeno howto da configuracao do Nagios. Gostaria de opniao de voces e da verificacao de possiveis erros, obrigado ! abracos !!
Nagios (R) é um sistema de monitoramento de rede e de aplicação. Ele vigia hosts e serviços que você especificar, alertando você quando as coisas correm mal. Algumas coisas que o Nagios pode fazer por voce:
* Acompanhamento dos serviços de rede (SMTP, POP3, HTTP, NNTP, PING, etc);
* Acompanhamento de recursos (processador carga, uso do disco, etc);
* Design com simples plugins que permite aos usuários facilmente desenvolver seu próprio serviço de controle;
* Contato com notificações quando ocorrerem problemas de serviço ou parada de hosts (por e-mail, pager, ou definido pelo metodo pelo usuário);
* Log file rotation;
* Interface web para visualização do atual estado de rede, notificação e problema histórico, arquivo de registro, etc.
Ai vai um pequeno tutorial pra por o servico funcionando, para mais detalhes acesse http://www.nagios.org
Bom, let`s go ! Com o usuario root, baixe e instale o apache:
#cd /usr/ports/www/apache13; make install clean
Edite o httpd.conf e insira as seguintes linhas:
#vi /usr/local/etc/apache/httpd.conf
ScriptAlias /nagios/cgi-bin /usr/local/www/nagios/cgi-bin/
Options ExecCGI
Order allow,deny
Allow from all
AuthName "Nagios Access"
AuthType Basic
AuthUserFile /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
Require valid-user
Alias /nagios /usr/local/www/nagios
Options None
AllowOverride None
Order allow,deny
Allow from all
AuthName "Nagios Access"
AuthType Basic
AuthUserFile /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
Require valid-user
Voce precisa definir o arquivo onde vai ficar o passwd dos usuarios autorizados:
#touch /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
#htpasswd -c /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users ## caso queira mudar a senha, basta nao incluir o flag -c.
Baixe e instale o nagios:
#cd /usr/ports/net-mgmt/nagios; make install clean
Os arquivos de configuracao do nagios ficam em /usr/local/etc/nagios.
Os principais arquivos sao:
cgi.cfg = Esse arquivos diz onde o CGI vai encontrar os arquivos de configuracao.
commands.cfg = Os comandos que o nagios oferece e suas sintaxes. Aconselhavel da uma olhada.
nagios.cfg = Arquivo principal do nagios, aqui voce vai fazer o seguinte:
# cd /usr/local/etc/nagios; vi nagios.cfg
## Aqui voce ira procurar pelos cfg_file, nele voce setara onde estarao os arquivos de configuracao (objects):
cfg_file=/usr/local/etc/nagios/teste.cfg - Fica a seu criterio definir o nome do arquivo.
# vi teste.cfg ## Aqui esta tudo para localhost, cabe a voce fazer as alteracoes!!
## ## timeperiod voce define `grupos com horarios`. Voce pode especificar diversos horarios. Aqui eu criei 3: 24x7 (24 horas, ## 7 dias),
Hora de trabalho (de 9 ## as 17) e nonworkhours (no qual nao estamaremos trabalhando).
define timeperiod{
timeperiod_name 24x7 alias 24 Hours A Day, 7 Days A Week
sunday 00:00-24:00
monday 00:00-24:00
tuesday 00:00-24:00
wednesday 00:00-24:00
thursday 00:00-24:00
friday 00:00-24:00
saturday 00:00-24:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name workhours alias "Normal" Working Hours
monday 09:00-17:00
tuesday 09:00-17:00
wednesday 09:00-17:00
thursday 09:00-17:00
friday 09:00-17:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name nonworkhours alias Non-Work Hours
sunday 00:00-24:00
monday 00:00-09:00,17:00-24:00
tuesday 00:00-09:00,17:00-24:00
wednesday 00:00-09:00,17:00-24:00
thursday 00:00-09:00,17:00-24:00
friday 00:00-09:00,17:00-24:00
saturday 00:00-24:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name none alias No Time Is A Good Time }
## Contatos, a quem avisar caso algo ocorra:
define contact{ contact_name MY_NAME alias Administrador da Rede
service_notification_period 24x7
host_notification_period 24x7
service_notification_options w,u,c,r
host_notification_options d,u,r
service_notification_commands
notify-by-email ## MTA tem que ta configurado !
host_notification_commands host-notify-by-email ## MTA tem que ta configurado !
email email@email # email para qual o nagios vai mandar as notificacoes. }
## Voce pode definir quantos for preciso, por exemplo, um grupo para a equipe tecnica da empresa:
define contact{
contact_name local alias Equipe Tecnica da Empresa
service_notification_period 24x7
host_notification_period 24x7
service_notification_options w,u,c,r
host_notification_options d,u,r
service_notification_commands notify-by-email
host_notification_commands host-notify-by-email email email@email }
## Aqui voce define o grupo de contatos; quais vao ser os membros, etc.
define contactgroup{
contactgroup_name equipe-de-suporte alias EQUIPE DE SUPORTE
members ponha-os-nomes-aqui }
## Definicao do host a ser monitorado
define host{
name servidor
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 }
# localhost
define host{
use servidor
host_name localhost \\ mude para o nome da sua maquina alias localhost \\ como a maquina pode ser chamada pelo nagios.
address 127.0.0.1 \\ IP da maquina a ser monitorada
check_command check-host-alive
max_check_attempts 10
notification_interval 120 \\ Tempo de notificacao, em segundos.
notification_period 24x7 \\ Quando vai ser notificado?
notification_options d,u,r contact_groups equipe-de-suporte \\ Quem vai ser notificado? }
## Voce tambem pode montar um grupo de hosts a ser monitorado:
define hostgroup{
hostgroup_name servidores alias servidores members localhost }
### Servicos, aqui eh a parte legal !
define service{
name generic-service
active_checks_enabled 1
passive_checks_enabled 1
parallelize_check 1
obsess_over_service 1
check_freshness 0
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 }
define service{
name gw
active_checks_enabled 1
passive_checks_enabled 1
parallelize_check 1
obsess_over_service 1
check_freshness 0
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 } # roteador
define service{
use gw
host_name z
service_description PING is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 240
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60% } # este servidor
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description SMTP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_smtp
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description IMAP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_imap
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description PING
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description POP3
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_pop
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description HTTP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_http
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description / free space
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!50%!30%!/dev/ad0s1a
# !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /tmp
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!20%!10%!/dev/ad0s1e # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /usr
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!50%!30%!/dev/ad2s1f # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /var
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command
check_local_disk!20%!10%!/dev/ad0s1d # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description Total Processes
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 2
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 240
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_procs!150!200!RSZDT }
O post original dêle está aqui monitoramento por snmp e PF
Acelerando o Cacti: ao invés de usar o poller original (em php), usa-se um compilado em C, conforme êste post do Marcello no fug-br
O colega rogério moura (sempre no fug) fez um script para coletar dados para o MRTG; vale analisar, de repente pode-se usa-lo para gerar dados para o nagios.
Olha só o comentário do Leandro:
"Cara, o nagios e assim mesmo se nao der problemas nao e o nagios, mas se estiver interessado em mexer com um nms mas facil use o "JFFNMS" facil de instalar e de tempo real permitindo analisar o SLA com maior precisao."
mas existem ainda várias outras páginas a respeito de nagios, cacti e monitoramento:
Aqui, um tutorial de nosso colega Diego:
:==
Ola, boa tarde lista! Montei ( com ajuda do amigo Wendel) um pequeno howto da configuracao do Nagios. Gostaria de opniao de voces e da verificacao de possiveis erros, obrigado ! abracos !!
Nagios (R) é um sistema de monitoramento de rede e de aplicação. Ele vigia hosts e serviços que você especificar, alertando você quando as coisas correm mal. Algumas coisas que o Nagios pode fazer por voce:
* Acompanhamento dos serviços de rede (SMTP, POP3, HTTP, NNTP, PING, etc);
* Acompanhamento de recursos (processador carga, uso do disco, etc);
* Design com simples plugins que permite aos usuários facilmente desenvolver seu próprio serviço de controle;
* Contato com notificações quando ocorrerem problemas de serviço ou parada de hosts (por e-mail, pager, ou definido pelo metodo pelo usuário);
* Log file rotation;
* Interface web para visualização do atual estado de rede, notificação e problema histórico, arquivo de registro, etc.
Ai vai um pequeno tutorial pra por o servico funcionando, para mais detalhes acesse http://www.nagios.org
Bom, let`s go ! Com o usuario root, baixe e instale o apache:
#cd /usr/ports/www/apache13; make install clean
Edite o httpd.conf e insira as seguintes linhas:
#vi /usr/local/etc/apache/httpd.conf
ScriptAlias /nagios/cgi-bin /usr/local/www/nagios/cgi-bin/
Options ExecCGI
Order allow,deny
Allow from all
AuthName "Nagios Access"
AuthType Basic
AuthUserFile /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
Require valid-user
Alias /nagios /usr/local/www/nagios
Options None
AllowOverride None
Order allow,deny
Allow from all
AuthName "Nagios Access"
AuthType Basic
AuthUserFile /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
Require valid-user
Voce precisa definir o arquivo onde vai ficar o passwd dos usuarios autorizados:
#touch /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users
#htpasswd -c /usr/local/etc/nagios/htpasswd.users ## caso queira mudar a senha, basta nao incluir o flag -c.
Baixe e instale o nagios:
#cd /usr/ports/net-mgmt/nagios; make install clean
Os arquivos de configuracao do nagios ficam em /usr/local/etc/nagios.
Os principais arquivos sao:
cgi.cfg = Esse arquivos diz onde o CGI vai encontrar os arquivos de configuracao.
commands.cfg = Os comandos que o nagios oferece e suas sintaxes. Aconselhavel da uma olhada.
nagios.cfg = Arquivo principal do nagios, aqui voce vai fazer o seguinte:
# cd /usr/local/etc/nagios; vi nagios.cfg
## Aqui voce ira procurar pelos cfg_file, nele voce setara onde estarao os arquivos de configuracao (objects):
cfg_file=/usr/local/etc/nagios/teste.cfg - Fica a seu criterio definir o nome do arquivo.
# vi teste.cfg ## Aqui esta tudo para localhost, cabe a voce fazer as alteracoes!!
## ## timeperiod voce define `grupos com horarios`. Voce pode especificar diversos horarios. Aqui eu criei 3: 24x7 (24 horas, ## 7 dias),
Hora de trabalho (de 9 ## as 17) e nonworkhours (no qual nao estamaremos trabalhando).
define timeperiod{
timeperiod_name 24x7 alias 24 Hours A Day, 7 Days A Week
sunday 00:00-24:00
monday 00:00-24:00
tuesday 00:00-24:00
wednesday 00:00-24:00
thursday 00:00-24:00
friday 00:00-24:00
saturday 00:00-24:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name workhours alias "Normal" Working Hours
monday 09:00-17:00
tuesday 09:00-17:00
wednesday 09:00-17:00
thursday 09:00-17:00
friday 09:00-17:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name nonworkhours alias Non-Work Hours
sunday 00:00-24:00
monday 00:00-09:00,17:00-24:00
tuesday 00:00-09:00,17:00-24:00
wednesday 00:00-09:00,17:00-24:00
thursday 00:00-09:00,17:00-24:00
friday 00:00-09:00,17:00-24:00
saturday 00:00-24:00 }
define timeperiod{
timeperiod_name none alias No Time Is A Good Time }
## Contatos, a quem avisar caso algo ocorra:
define contact{ contact_name MY_NAME alias Administrador da Rede
service_notification_period 24x7
host_notification_period 24x7
service_notification_options w,u,c,r
host_notification_options d,u,r
service_notification_commands
notify-by-email ## MTA tem que ta configurado !
host_notification_commands host-notify-by-email ## MTA tem que ta configurado !
email email@email # email para qual o nagios vai mandar as notificacoes. }
## Voce pode definir quantos for preciso, por exemplo, um grupo para a equipe tecnica da empresa:
define contact{
contact_name local alias Equipe Tecnica da Empresa
service_notification_period 24x7
host_notification_period 24x7
service_notification_options w,u,c,r
host_notification_options d,u,r
service_notification_commands notify-by-email
host_notification_commands host-notify-by-email email email@email }
## Aqui voce define o grupo de contatos; quais vao ser os membros, etc.
define contactgroup{
contactgroup_name equipe-de-suporte alias EQUIPE DE SUPORTE
members ponha-os-nomes-aqui }
## Definicao do host a ser monitorado
define host{
name servidor
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 }
# localhost
define host{
use servidor
host_name localhost \\ mude para o nome da sua maquina alias localhost \\ como a maquina pode ser chamada pelo nagios.
address 127.0.0.1 \\ IP da maquina a ser monitorada
check_command check-host-alive
max_check_attempts 10
notification_interval 120 \\ Tempo de notificacao, em segundos.
notification_period 24x7 \\ Quando vai ser notificado?
notification_options d,u,r contact_groups equipe-de-suporte \\ Quem vai ser notificado? }
## Voce tambem pode montar um grupo de hosts a ser monitorado:
define hostgroup{
hostgroup_name servidores alias servidores members localhost }
### Servicos, aqui eh a parte legal !
define service{
name generic-service
active_checks_enabled 1
passive_checks_enabled 1
parallelize_check 1
obsess_over_service 1
check_freshness 0
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 }
define service{
name gw
active_checks_enabled 1
passive_checks_enabled 1
parallelize_check 1
obsess_over_service 1
check_freshness 0
notifications_enabled 1
event_handler_enabled 1
flap_detection_enabled 1
process_perf_data 1
retain_status_information 1
retain_nonstatus_information 1
register 0 } # roteador
define service{
use gw
host_name z
service_description PING is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 240
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60% } # este servidor
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description SMTP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_smtp
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description IMAP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_imap
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description PING
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options c,r
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description POP3
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_pop
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description HTTP
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_http
}
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description / free space
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!50%!30%!/dev/ad0s1a
# !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /tmp
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!20%!10%!/dev/ad0s1e # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /usr
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_disk!50%!30%!/dev/ad2s1f # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description /var
free space is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 3
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 120
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command
check_local_disk!20%!10%!/dev/ad0s1d # !!! }
define service{
use generic-service
host_name localhost
service_description Total Processes
is_volatile 0
check_period 24x7
max_check_attempts 2
normal_check_interval 5
retry_check_interval 2
contact_groups equipe-de-suporte
notification_interval 240
notification_period 24x7
notification_options w,u,c,r
check_command check_local_procs!150!200!RSZDT }
O post original dêle está aqui monitoramento por snmp e PF
Acelerando o Cacti: ao invés de usar o poller original (em php), usa-se um compilado em C, conforme êste post do Marcello no fug-br
O colega rogério moura (sempre no fug) fez um script para coletar dados para o MRTG; vale analisar, de repente pode-se usa-lo para gerar dados para o nagios.
Fully Automated Nagios
O FAN, ou “Fully Automated Nagios“ (Nagios completamente automatizado), é uma distribuição em CD voltada para a simplificação da instalação do Nagios em conjunto com diversas ferramentas num servidor de monitoramento de rede. Sua versão atual é a 1.0.
URL para a notícia completa
a página de download está aqui
Controle de Banda com PF
Na lista FUG-BR o colega Renato Frederick deu uma receitinha bem
interessante para controle de banda com o pf, a qual reproduzo aqui:
Faz-se as filas na interface, neste exemplo o link é de 100Mb e está
conectado á xl0 e temos 2 clientes(e o "resto" que vai pro que não tem tráfego explicitamente detalhado):
altq on $ext_if bandwidth 100Mb queue { cliente1 cliente2 default_dmz }
define-se dos 100Mb quanto que cliente1 e cliente2 vai ter e o resto pra default_dmz:
queue cliente1 bandwidth 2Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(red)
queue cliente2 bandwidth 8Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(red)
queue default_dmz bandwidth 80Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(default,borrow)
lembrando que a some dos queue nao pode passar o bandwitdh declarado acima.
note que estou usando o algorítimo RED para fazer o ALTQ, no link[1] você vê mais detalhes dos algorítimos disponíveis.
Também na DMZ eu joguei o borrow, ou seja, os 80Mb da DMZ pode "tomar" banda do cliente2 e cliente2, caso precise, seria como as prioridades que o IPFW tem.
Agora basta colocar uma linha no final de cada regra de pass out pra indicar que esta regra vai ser associada a uma destas queue:
Ex, uma regra que era assim, liberando o cliente1 a conectar a qq local:
pass out quick on $ext_if proto { tcp udp } from { $cliente1 } port > 1023 to any keep state
fica assim:
pass out quick on $ext_if proto { tcp udp } from { $cliente1 } port > 1023 to any queue cliente1 keep state
as regras que eu quero que compartilhem os 80Mb eu não declaro nenhum queue, ele vai pegar o que está como default acima:
pass out quick on $ext_if proto tcp from port $ftp_ports to any port > 1023 keep state
Observe que isto faz o tráfego de output.
para fazer de input, repete-se a mesma coisa, só que a ext_if vai ser substituida pela int_if(ou o nome que você dá pra interface interna) no altq e o queue nao vai ser no pass out, vai ser no pass in e você não vai poder
usar o keep state, vai ter que declarar uma regra de pass out e outra de pass in, senão o keep state cria o retorno sem queue.
a referência: [1]http://openbsd.org/faq/pf/queueing.html
o post original está aqui
interessante para controle de banda com o pf, a qual reproduzo aqui:
Faz-se as filas na interface, neste exemplo o link é de 100Mb e está
conectado á xl0 e temos 2 clientes(e o "resto" que vai pro que não tem tráfego explicitamente detalhado):
altq on $ext_if bandwidth 100Mb queue { cliente1 cliente2 default_dmz }
define-se dos 100Mb quanto que cliente1 e cliente2 vai ter e o resto pra default_dmz:
queue cliente1 bandwidth 2Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(red)
queue cliente2 bandwidth 8Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(red)
queue default_dmz bandwidth 80Mb priority 4 qlimit 1000 cbq(default,borrow)
lembrando que a some dos queue nao pode passar o bandwitdh declarado acima.
note que estou usando o algorítimo RED para fazer o ALTQ, no link[1] você vê mais detalhes dos algorítimos disponíveis.
Também na DMZ eu joguei o borrow, ou seja, os 80Mb da DMZ pode "tomar" banda do cliente2 e cliente2, caso precise, seria como as prioridades que o IPFW tem.
Agora basta colocar uma linha no final de cada regra de pass out pra indicar que esta regra vai ser associada a uma destas queue:
Ex, uma regra que era assim, liberando o cliente1 a conectar a qq local:
pass out quick on $ext_if proto { tcp udp } from { $cliente1 } port > 1023 to any keep state
fica assim:
pass out quick on $ext_if proto { tcp udp } from { $cliente1 } port > 1023 to any queue cliente1 keep state
as regras que eu quero que compartilhem os 80Mb eu não declaro nenhum queue, ele vai pegar o que está como default acima:
pass out quick on $ext_if proto tcp from
Observe que isto faz o tráfego de output.
para fazer de input, repete-se a mesma coisa, só que a ext_if vai ser substituida pela int_if(ou o nome que você dá pra interface interna) no altq e o queue nao vai ser no pass out, vai ser no pass in e você não vai poder
usar o keep state, vai ter que declarar uma regra de pass out e outra de pass in, senão o keep state cria o retorno sem queue.
a referência: [1]http://openbsd.org/faq/pf/queueing.html
o post original está aqui
sexta-feira, 18 de junho de 2010
pentelhices do Slackware
Embora eu goste do Slackware, pela sua estabilidade e pelos poucos serviços que são colocados como default (experimente dar um netstat -nlpt em uma Debian-like e compare com o Slackware), existem coisas que são "de amargar" também - nem tudo são flores
A parte boa:
Os serviços disponibilizados no Slackware são aquêles que VOCÊ quer disponibilizados, enquanto nos outros (incluindo o CentOS/RH, por exemplo) vc tem que DEPOIS de instalar ficar "caçando" os serviços a serem desativados. Um saco, não?
A parte err.. hmmm.. mais "amargosa": as outras tem praticamente TUDO o que vc possa precisar, em têrmos de "usuário convencional", enquanto no Slack.. veja mais adiante ;)
As demais:
A Debian deve (hoje em dia) estar com tudo atualizadíssimo, comparado a 1963, claro. O lado rosinha da Força mostra sua força com essa viadagem de só colocar algo MUITO testado nos seus servidores, normalmente umas 3 ou 4 versões anteriores à atual. Depois ficam chorando quando invadem os seus (dêles) servidores, como já aconteceu (risos maldosos).
Bem, mas como disse, nem tudo são flores no Slack. Vc tenta um aplicativo qualquer, diretamente de interêsse do já famigerado "usuário normal", e.. tome a sair buscando uma infinidade de dependências com informações das criptográficas a obscuras. "Não encontrei a lib-zedascouves.4.3.7.985.so.lib" e vc sai googlando a 'net inteira, dias a fio, até que uma alma caridosa te informe que a dita cuja está dentro de um "pacotaço" de "desenvolvimento de fritadoras de batata palha", em um site mais ou menos desconhecido. Fo**a, né?
Minha mais recente peripécia foi instalar o XCHM no slack 13.1. Juro, DESTA VEZ não foi tão dificil assim, em comparação com o que eu já encontrei (desde o Slack 3.algumacoisa).. xiii..
mas vamos lá: o XChm é um leitor de chm ("compiled html help"), que hoje em dia nem é mais um "tipo estranho".
vc pode ler êsse arquivo com o konkeror, no KDE. Muitos não dispôe/usam o KDE ou não gostam do modo dessa leitura no konkeror (eu NÃO GOSTO). Mas vamos ao Xchm, que é (IMHO) mais apropriado:
vc precisa instalar algumas libraries NÃO disponiveis diretamente do slack, mais alguns scripts do slackbuild, conforme ESTAS instruções:
tutorial bem interessante: How to read or view chm file in Linux
outro, complementar: Build and install Slackware chmlib
todas as instruções dessses tutoriais são válidas e funcionam bem. Agora eu posso ler meus *chm sem problemas :)
A parte boa:
Os serviços disponibilizados no Slackware são aquêles que VOCÊ quer disponibilizados, enquanto nos outros (incluindo o CentOS/RH, por exemplo) vc tem que DEPOIS de instalar ficar "caçando" os serviços a serem desativados. Um saco, não?
A parte err.. hmmm.. mais "amargosa": as outras tem praticamente TUDO o que vc possa precisar, em têrmos de "usuário convencional", enquanto no Slack.. veja mais adiante ;)
As demais:
A Debian deve (hoje em dia) estar com tudo atualizadíssimo, comparado a 1963, claro. O lado rosinha da Força mostra sua força com essa viadagem de só colocar algo MUITO testado nos seus servidores, normalmente umas 3 ou 4 versões anteriores à atual. Depois ficam chorando quando invadem os seus (dêles) servidores, como já aconteceu (risos maldosos).
Bem, mas como disse, nem tudo são flores no Slack. Vc tenta um aplicativo qualquer, diretamente de interêsse do já famigerado "usuário normal", e.. tome a sair buscando uma infinidade de dependências com informações das criptográficas a obscuras. "Não encontrei a lib-zedascouves.4.3.7.985.so.lib" e vc sai googlando a 'net inteira, dias a fio, até que uma alma caridosa te informe que a dita cuja está dentro de um "pacotaço" de "desenvolvimento de fritadoras de batata palha", em um site mais ou menos desconhecido. Fo**a, né?
Minha mais recente peripécia foi instalar o XCHM no slack 13.1. Juro, DESTA VEZ não foi tão dificil assim, em comparação com o que eu já encontrei (desde o Slack 3.algumacoisa).. xiii..
mas vamos lá: o XChm é um leitor de chm ("compiled html help"), que hoje em dia nem é mais um "tipo estranho".
vc pode ler êsse arquivo com o konkeror, no KDE. Muitos não dispôe/usam o KDE ou não gostam do modo dessa leitura no konkeror (eu NÃO GOSTO). Mas vamos ao Xchm, que é (IMHO) mais apropriado:
vc precisa instalar algumas libraries NÃO disponiveis diretamente do slack, mais alguns scripts do slackbuild, conforme ESTAS instruções:
tutorial bem interessante: How to read or view chm file in Linux
outro, complementar: Build and install Slackware chmlib
todas as instruções dessses tutoriais são válidas e funcionam bem. Agora eu posso ler meus *chm sem problemas :)
spamassassin - regras
dizem que "ensinar" o spamassassin é um trabalho de paciencia chinesa, coisa para séculos. É até possível que seja verdade, porque as dificuldades que tenho lido nas listas são de doer. Mas recentemente, o colega allan carvalho, na lista FUG-BR, apontou um link que (segundo êle) deve facilitar bem isso aí:
"Escrevendo regras para o SpamAssassin", artigo original que pretende acabar com a dificuldade.
aqui o post original do Allan Carvalho na lista FUG-BR
"Escrevendo regras para o SpamAssassin", artigo original que pretende acabar com a dificuldade.
aqui o post original do Allan Carvalho na lista FUG-BR
sexta-feira, 4 de junho de 2010
"arrumando" o teclado com o hald
as versões atuais dos Linux (todas as distribuições) confiam no "hald" para configuração do teclado no ambiente gráfico (xorg); então, não adianta alterarmos o xorg.conf como faziamos antigamente.
a solução:
o arquivo original está assim:
Here's an example of the four lines from above:
key="input.xkb.rules" type="string">base
key="input.xkb.model" type="string">evdev
key="input.xkb.layout" type="string">us
key="input.xkb.variant" type="string">intl
"
então, dentro do arquivo, alteramos as 2 ultimas linhas para ficarem assim:
key="”input.xkb.model”" type="string”>abnt2
input.xkb.layout”type="string”>br
e pronto; ao restartarmos o X (ou a máquina) estamos com o teclado certinho
a solução:
cp /usr/share/hal/fdi/policy/10osvendor/10-keymap.fdi /etc/hal/fdi/policy
vim /etc/hal/fdi/policy/10-keymap.fdi
o arquivo original está assim:
Here's an example of the four lines from above:
key="input.xkb.rules" type="string">base
key="input.xkb.model" type="string">evdev
key="input.xkb.layout" type="string">us
key="input.xkb.variant" type="string">intl
"
então, dentro do arquivo, alteramos as 2 ultimas linhas para ficarem assim:
key="”input.xkb.model”" type="string”>abnt2
input.xkb.layout”type="string”>br
e pronto; ao restartarmos o X (ou a máquina) estamos com o teclado certinho
quinta-feira, 27 de maio de 2010
traduzindo mensagens de êrro - postfix
as mensagens de êrro do postfix podem ser traduzidas para o português, conforme receitinha colocada na lista postfix hoje pelo colega Amado Tairone.
é bem simples, vejam:
=== begin
Acabei de configurar meu servidor para traduziar as mensagens de erro
seguindo a documentação do postfix.
http://www.postfix.org/bounce.5.html
Fica aí uma ajuda para quem ainda não conseguiu fazer:
Passos para traduzir as mensagens de erro no postfix.
1 - digite postconf -b para visualizar as mensagens default que estarão em
ingles.
2- crie um arquivo com nome qualquer no /etc/postfix. Eu criei um chamado
merros.cf
3- dentro do arquivo vc precisa colocar que tipo de mensagem de erro deverá
ser traduzida.
Segundo a documentação existem
*failure_template*, *delay_template*, s*uccess_template** e verify_template*,
Deverá ser feito desta foma:
Ex.: vou pegar o failure_template que são mensagens enviadas ao
rementente quando o destinatário
não existe.
...Dentro do arquivo merros.cf
editar o failure_template
Esta e uma mensagem de $hostname
Me desculpe, mas tenho que lhe informar que sua mensagem nao pode
ser entregue a um ou mais usuarios.
Para obter ajuda, entre em contato com o suporte de sua conta
de email.
Caso o fizer, por favor, inclua esta mensagens ao reportar o
problema.
Servidor de Email.
===
Você pode adicionar as demais.
Salve o arquivo e saia.
4 - edite o arquivo main.cf e adicione
bounce_template_file = /etc/postfix/merros.cf e salve
5 - digite novamente postconf -b para ver se a tradução foi aceita,
caso sua tradução não seja exibida
verifique se existe algum erro no arquivo.
Para testar basta enviar uma mensagem para um destinatário inexistem
do seu proprio dominio e ver se recebe a
mensagem de erro já em protugues.
Espero ter ajudado!
===end
é bem simples, vejam:
=== begin
Acabei de configurar meu servidor para traduziar as mensagens de erro
seguindo a documentação do postfix.
http://www.postfix.org/bounce.5.html
Fica aí uma ajuda para quem ainda não conseguiu fazer:
Passos para traduzir as mensagens de erro no postfix.
1 - digite postconf -b para visualizar as mensagens default que estarão em
ingles.
2- crie um arquivo com nome qualquer no /etc/postfix. Eu criei um chamado
merros.cf
3- dentro do arquivo vc precisa colocar que tipo de mensagem de erro deverá
ser traduzida.
Segundo a documentação existem
*failure_template*, *delay_template*, s*uccess_template** e verify_template*,
Deverá ser feito desta foma:
Ex.: vou pegar o failure_template que são mensagens enviadas ao
rementente quando o destinatário
não existe.
...Dentro do arquivo merros.cf
editar o failure_template
Me desculpe, mas tenho que lhe informar que sua mensagem nao pode
ser entregue a um ou mais usuarios.
Para obter ajuda, entre em contato com o suporte de sua conta
de email.
Caso o fizer, por favor, inclua esta mensagens ao reportar o
problema.
Servidor de Email.
===
Você pode adicionar as demais.
Salve o arquivo e saia.
4 - edite o arquivo main.cf e adicione
bounce_template_file = /etc/postfix/merros.cf e salve
5 - digite novamente postconf -b para ver se a tradução foi aceita,
caso sua tradução não seja exibida
verifique se existe algum erro no arquivo.
Para testar basta enviar uma mensagem para um destinatário inexistem
do seu proprio dominio e ver se recebe a
mensagem de erro já em protugues.
Espero ter ajudado!
===end
terça-feira, 18 de maio de 2010
ethtool - uma excelente ferramenta
o ethtool é uma excelente ferramenta para teste/administração das placas de rede no Linux. A Linux Magazine publicou excelente artigo sobre a utilização da ferramenta. É imperdível :)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
instalando VirtualBox (SUN) no CentOS 5.x
existem várias informações disponiveis sôbre a instalação do VirtualBox (SUN) no CentOS na internet, mas acho que consegui "ajuntar" as que são realmente relevantes para coloca-las aqui:
Bem, se indicarmos ao yum para instalar diretamente dos repositórios:
yum -y install VirtualBox
será instalado uma versão dois números atrás daquêle disponibilizado no site do VirtualBox.
então, o que fazemos:
faça o download a partir daqui do ultimo pacote *rpm disponibilizado pela SUN
faça download e instale a chave publica da SUN:
# cd downloads (ou outro path de sua escolha)
#wget -c http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/sun_vbox.asc
#rpm --import sun_vbox.asc
instale o virtualbox.repo no /etc/yum.repo
cd /etc/yum.repo
wget -c http://download.virtualbox.org/virtualbox/rpm/rhel/virtualbox.repo
com essas ações, em ocasião próxima, quando precisarmos fazer o update do CentOS, o VirtualBox será atualizado automágicamente.
se já não tiver feito, instale os headers e demais módulos de kernel necessários:
#cd downloads
yum -y localinstall VirtualBox-3.1-3.1.6_59338_rhel5-1.i386.rpm (êste é o atual, meu, verifique aquêle que vc baixou).
isso fará com que aconteça a instalação, INCLUSIVE com a compilação/instalação dos módulos vbox* necessários .
caso isso não aconteça (por qualquer motivo), basta:
#/etc/init.d/vboxdrv setup
pronto. Aqui, que estou usando o xfce4, surgiu um item no menu, sob "emuladores".
divirta-se :)
Bem, se indicarmos ao yum para instalar diretamente dos repositórios:
yum -y install VirtualBox
será instalado uma versão dois números atrás daquêle disponibilizado no site do VirtualBox.
então, o que fazemos:
faça o download a partir daqui do ultimo pacote *rpm disponibilizado pela SUN
faça download e instale a chave publica da SUN:
# cd downloads (ou outro path de sua escolha)
#wget -c http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/sun_vbox.asc
#rpm --import sun_vbox.asc
instale o virtualbox.repo no /etc/yum.repo
cd /etc/yum.repo
wget -c http://download.virtualbox.org/virtualbox/rpm/rhel/virtualbox.repo
com essas ações, em ocasião próxima, quando precisarmos fazer o update do CentOS, o VirtualBox será atualizado automágicamente.
se já não tiver feito, instale os headers e demais módulos de kernel necessários:
# yum install SDL kernel-devel kernel-headersfinalmente a instalação do *rpm (lembram-se dêle?):
#cd downloads
yum -y localinstall VirtualBox-3.1-3.1.6_59338_rhel5-1.i386.rpm (êste é o atual, meu, verifique aquêle que vc baixou).
isso fará com que aconteça a instalação, INCLUSIVE com a compilação/instalação dos módulos vbox* necessários .
caso isso não aconteça (por qualquer motivo), basta:
#/etc/init.d/vboxdrv setup
pronto. Aqui, que estou usando o xfce4, surgiu um item no menu, sob "emuladores".
divirta-se :)
quinta-feira, 13 de maio de 2010
listas protegidas no postfix
muitas vezes temos listas para um conjunto de usuários mas apenas alguns usuários tem permissão de enviar comunicação; na lista postfix-br veio uma "receitinha" postada pelo colega Marcio Merlone, cujas linhas gerais são as seguintes:
No main.cf:
smtpd_recipient_restrictions =
check_recipient_access hash:/etc/postfix/protected_destinations
No /etc/postfix/protected_destinations:
grupo-financeiro@dominio protegido
grupo-rh@dominio protegido
grupo-mkt@dominio protegido
De volta no main.cf:
protegido = check_sender_access hash:/etc/postfix/protegidos, reject
smtpd_restriction_classes = protegido
No /etc/postfix/protegidos:
danielrcom@gmail.com OK
bill@microsoft.com OK
steve@apple.com OK
simples, né?
nota: se quiser que APENAS um dos usuários em cada lista seja habilitado a postar para ela, basta fazer OUTROS arquivos de restrição, por exemplo, protegido1, protegido2.. etc.
No main.cf:
smtpd_recipient_restrictions =
check_recipient_access hash:/etc/postfix/protected_destinations
No /etc/postfix/protected_destinations:
grupo-financeiro@dominio protegido
grupo-rh@dominio protegido
grupo-mkt@dominio protegido
De volta no main.cf:
protegido = check_sender_access hash:/etc/postfix/protegidos, reject
smtpd_restriction_classes = protegido
No /etc/postfix/protegidos:
danielrcom@gmail.com OK
bill@microsoft.com OK
steve@apple.com OK
simples, né?
nota: se quiser que APENAS um dos usuários em cada lista seja habilitado a postar para ela, basta fazer OUTROS arquivos de restrição, por exemplo, protegido1, protegido2.. etc.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
flash no CentOS
O CentOS tem seu modo particular de istalação do flash plugin; eu considero mais fácil, então vá lá:
# yum -y install flash-plugin
vai direitinho pro lugar, daí é só reinicializar o firefox e pronto :)
# yum -y install flash-plugin
vai direitinho pro lugar, daí é só reinicializar o firefox e pronto :)
segunda-feira, 3 de maio de 2010
OpenVPN e outras VPNs
Um bom artigo, na LinuxMag sobre o OpenVPN; vc precisa ser cadastrado para le-lo todo, mas como é um bom artigo e não custa nada.. tudo bem (nota: embora de 2006, o artigo é bem completo e vale a pena).
artigo no wiki Section6, bem claro, sobre o OpenVPN roteado no FreeBSD, inclusive sobre um assunto espinhoso, que é a criação das chaves SSL.
Nest 3.2, um aplicativo para VPN p2p sob FreeBSD. É interessante, também
mais um tutorial sobre OpenVPN, desta vez sobre Slackware; de 2007, mas vale também.
Building VPNs on OpenBSD um site muito interessante, com vários modos de se construir VPNs no OpenBSD
artigo no wiki Section6, bem claro, sobre o OpenVPN roteado no FreeBSD, inclusive sobre um assunto espinhoso, que é a criação das chaves SSL.
Nest 3.2, um aplicativo para VPN p2p sob FreeBSD. É interessante, também
mais um tutorial sobre OpenVPN, desta vez sobre Slackware; de 2007, mas vale também.
Building VPNs on OpenBSD um site muito interessante, com vários modos de se construir VPNs no OpenBSD
sábado, 10 de abril de 2010
secretaria eletronica com linux
sempre é util se dispor de uma secretaria eletronica, quando não estamos em casa. As maquininhas que faziam isso (acho que panasonic) nem existem mais. Bem, andei perambulando pela internet e, por incrivel que pareça, isso é mais raro do que cabelos de careca. Aqui um artigo mais ou menos atual (vcs nem imaginam as antiguidades que se encontra):
Linux Answering Machine
terça-feira, 30 de março de 2010
(re)compilando o kernel do FreeBSD
uma dica interessante que (salvo engano) foi apresentada, em primeira mão, pelo garga, e hoje repetida pelo colega Ricardo Campos Passanezi, na lista FUG:
(o link do post original está aqui)
Em vez de ficar copiando o GENERIC sempre, é mais fácil/prático criar
seu arquivo mais ou menos assim:
include GENERIC
ident MINHAMAQUINA
# Firewall
options IPFIREWALL
options IPFIREWALL_VERBOSE
options IPFIREWALL_FORWARD
options IPFIREWALL_DEFAULT_TO_ACCEPT
options IPDIVERT
options IPSTEALTH
options TCPDEBUG
# Statically Link in accept filters
options ACCEPT_FILTER_DATA
options ACCEPT_FILTER_DNS
options ACCEPT_FILTER_HTTP
options DUMMYNET
options ZERO_COPY_SOCKETS
(obs: coloque as opções que colocaria no arquivo GENERIC copiado).
Se quiser retirar alguma opção (como faria comentando ou removendo a
linha do GENERIC), coloque um "nooptions", por exemplo. No caso do
WITNESS (que eu tinha removido quando estava testando o 8):
nooptions WITNESS
--
Ricardo Campos Passanezi
(o link do post original está aqui)
Em vez de ficar copiando o GENERIC sempre, é mais fácil/prático criar
seu arquivo mais ou menos assim:
include GENERIC
ident MINHAMAQUINA
# Firewall
options IPFIREWALL
options IPFIREWALL_VERBOSE
options IPFIREWALL_FORWARD
options IPFIREWALL_DEFAULT_TO_ACCEPT
options IPDIVERT
options IPSTEALTH
options TCPDEBUG
# Statically Link in accept filters
options ACCEPT_FILTER_DATA
options ACCEPT_FILTER_DNS
options ACCEPT_FILTER_HTTP
options DUMMYNET
options ZERO_COPY_SOCKETS
(obs: coloque as opções que colocaria no arquivo GENERIC copiado).
Se quiser retirar alguma opção (como faria comentando ou removendo a
linha do GENERIC), coloque um "nooptions", por exemplo. No caso do
WITNESS (que eu tinha removido quando estava testando o 8):
nooptions WITNESS
--
Ricardo Campos Passanezi
segunda-feira, 29 de março de 2010
ferramentas úteis de monitoramento
bem.. na verdade são complementos úteis. Duas ferramentas para configuração do nagios:
Fruity - para configuração do nagios 2
Lilac - para configuração do nagios 3; pode importar a configuração do nagios 2, mas só exporta para o 3
ambas são sob GPL
ah, bem a propósito: o wiki do nagios me pareceu bem interessante, vale dar uma "peruada" lá por ele :)
uma outra ferramenta, que surgiu há pouco tempo (ou foi divulgada há pouco tempo - rs) é o netsniff-ng. Uma pequena modificação que facilita a criação de um arquivo binário que pode, a seguir, ser explorado pelo wireshark; estas instruções foram informadas pelos developers:
baixe e instale o netsniff-ng, conforme instruções do site e:
Now you can record a pcap with:
# netsniff-ng --dump out.pcap
(for more options see --help)
Later you Ctrl+C netsniff-ng and type:
# wireshark out.pcap
Ahh and while dumping the packets you may want to try netsniffs '--silent'
option in order to not print the package on your terminal (slow).
Fruity - para configuração do nagios 2
Lilac - para configuração do nagios 3; pode importar a configuração do nagios 2, mas só exporta para o 3
ambas são sob GPL
ah, bem a propósito: o wiki do nagios me pareceu bem interessante, vale dar uma "peruada" lá por ele :)
uma outra ferramenta, que surgiu há pouco tempo (ou foi divulgada há pouco tempo - rs) é o netsniff-ng. Uma pequena modificação que facilita a criação de um arquivo binário que pode, a seguir, ser explorado pelo wireshark; estas instruções foram informadas pelos developers:
baixe e instale o netsniff-ng, conforme instruções do site e:
Now you can record a pcap with:
# netsniff-ng --dump out.pcap
(for more options see --help)
Later you Ctrl+C netsniff-ng and type:
# wireshark out.pcap
Ahh and while dumping the packets you may want to try netsniffs '--silent'
option in order to not print the package on your terminal (slow).
Marcadores:
fruity,
lilac,
monitoramento,
nagios,
netsniff-ng
quarta-feira, 17 de março de 2010
listas rbl (spam)
na lista FUG-BR houve um post bem interessante sobre QUAIS listas rbl utilizar:
o link para o post original está aqui, mas o reproduzo abaixo, para evitar seu "desaparecimento" caso haja alguma manutenção:
:== begin
o link para o post original está aqui, mas o reproduzo abaixo, para evitar seu "desaparecimento" caso haja alguma manutenção:
:== begin
----- Original Message -----:== end
From: "Luciano Zuppi"
To: "Lista Brasileira de Discussão sobre FreeBSD (FUG-BR)"
Sent: Tuesday, May 27, 2008 9:59 AM
Subject: [FUG-BR] Lista RBL .. alguem tem ??
>Bom dia a todos, estou precisando de uma lista RBL pra completar meu
> >serivço
>de anti-spam no Qmail .. alguem tem algum link valido pra me passar:?
>Pois
>de várias pesquisas na net, todas estao desativadas ..
Olá,
Luciano, rolou uma discussão bem legal sobre isso, na lista
POSTFIX-BR[1], nesta semana mesmo. O que concluiu-se foi o seguinte:
- sbl.spamhaus.org -> Lista empresas, provedores e redes que são
conhecidas por enviar spam.
- xbl.spamhaus.org -> Lista máquinas com bots, proxies abertos
(squid, wingate, etc), virus, etc. Inclui a CBL e a NJABL, portanto se você
consultar essa RBL não há necessidade de consultar a CBL e NJABL, pois
o conteúdo delas jpa está incluído.
- pbl.spamhaus.org -> Lista máquinas de redes domésticas, ou seja,
que não deveriam entregar e-mail diretamente no seu servidor, e sim
fazendo relay autenticado em algum servidor dedicado.
- sbl-xbl.spamhaus.org -> Combina sbl.spamhaus.org e
xbl.spamhaus.org, porém não deve ser mais utilizada.
- zen.spamhaus.org -> Combina todas as RBLs anteriores (SBL, XBL e
PBL) em uma só.
Com isto em mente, basta usarmos a última, zen.spamhaus.org, que teremos um bom resultado, e não causaremos delay (devido às verificações) em nosso mx. O uso da bl.spamcop.net tb é recomendado.
Aqui, a maioria dos bloqueis são feitos por ela.
Sendo assim, usando as duas RBLs acima, teremos uma verificação
rápida e eficaz.
1.
http://listas.softwarelivre.org/pipermail/postfix-br/2008-May/023832.html
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